
Nós imaginamos pessoas, criamos personagens, figuras não perfeitas, mas aquilo que gostaríamos de encontrar. Quando descobrimos um brilho especial no olhar de uma estrela que atravessa nosso caminho, deixamos que todas as evidencias façam parte daquela estrela, que passa a ser aquela perfeição a que tanto procurávamos. Mas tem um dia que o brilho desfalece e vemos que aquilo não era uma estrela, era apenas uma gotícula do que seria a verdadeira estrela de nossa vida. Quantos brilhos mais teremos de nos encantar até que encontremos a estrela por quem era dona de todas as gotículas que molharam nossos olhos? Sem elas, talvez não tivesse graça ou talvez fosse perfeito demais para tamanha imperfeição que somos.
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